Ninguém sabe ao certo os assuntos que foram discutidos, mas muito provavelmente a conversa aconteceu assim…
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Obama – Hello, this is the president of the United States, Barack Obama. I would like to talk to president Lula, please.
Lula – Puta merda, fudeu. Chama aquele barbudinho que parece um periquito.
Franklin Martins – O Celso Amorim?
Lula – Acho que é, são tantos ministros, puxa sacos… Deve ser esse mesmo. Chama o periquito porque tem alguém falando ingrês no telefone, porra. Eu só falo brasileiro.
Obama – Lula, is that you?
Lula – Me Lula, sim. Posso te chamar de Barack? You, Barack? Me, Lula?
Obama – I beg your pardon?
Lula – Beque pardal? (para Franklin) Bota uma música de espera, porra, enquanto o periquito não vem. Você não seqüestrou um embaixador americano? Você não fala inglês não seu merda?
Franklin Martins – Não me dou com os imperialistas, mas eu mesmo posso fazer a música. Sou comunicador (coloca a boca no telefone): “caminhando e cantando e…”
Lula – Canta outra, merda, você só sabe essa. Toda vez é a mesma, isso tá ficando um porre.
Franklin Martins – Mas o senhor gosta de porre, presidente!
Obama (para assessores) – I think I hear some voices… Lula?
Franklin Martins – (cantando) “apesar de você amanhã há de …”. (alguém entra) O Celso Amorim chegou, presidente. Ufa.
Lula – Porra, seu inútil, vem logo traduzir esta merda de conversa. Já passou um tempão. Uns 10 minutos. Onde você tava, caralho?
Celso Amorim – Desculpa, presidente. É que eu nunca sei quando a tarefa é minha ou do Marco Aurélio.
Lula – Marco Aurélio… hum, é o ministro da Fazenda?
Celso Amorim – Não, da Fazenda é o Mantega. Marco Aurélio é aquele do top, top (faz o gesto). Tá lembrado, presidente?
Lula – Claro. Foi engraçado pra caralho. (começa a fazer o gesto top top). Hahaha. Se não fossem esses sanguesungas da imprensa…
Obama – My God. I have a million things to solve and they don’t answer me. Hillary, can you help me here?
Lula – Começa a traduzir aÃ, periquito. Pergunta se ele quer conhecer a nossa caninha 51.
Celso Amorim – Presidente, não acho que esta seria uma boa…
Lula – Pergunta, porra. Eu to mandando.
Celso Amorim – Good morning, president Obama. President Lula would like to ask if you want to come and visit us to learn about our little sugarcane fifty one.
Obama – What?
Celso Amorim – Ele disse que adoraria.
Lula – Eu sabia! Esse negão não me engana! Pergunta quantas rodadas de caninha ele agüenta.
Celso Amorim – Rodada?
Lula – É, seu puxa saco. Vira-vira de cachaça, cada hora um. Rodada de caninha!
Celso Amorim – How many rounds of little sugarcane fifty one can you drink, Mr. President Obama?
Obama – Rounds of what? The only round I know is the Doha Round.
Celso Amorim – Ele disse que agüenta (cara de desespero)… o dobro de V. Exa.! Isso! Doha, dobro, é tudo a mesma coisa, presidente Lula.
Lula – Eu disse! Esse é o cara, mas ele não me ganha, não. (alguém abre a porta) Ô Marta Suplicy, vem aqui pra eu te apresentar o Obama!
Franklin Martins – (falando ao pé do ouvido do presidente) É a Marisa LetÃcia, sua esposa, presidente.
Lula – Caralho, toda hora eu faço essa confusão. Qualquer dia eu vou me sifu…
Obama (para Hillary Clinton) – Hillary, it was the craziest conversation since I was elected. Being president is harder than I thought!
Obama desliga o telefone.
Lula (para Franklin Martins) – Divulga uma nota aÃ, dessas pra jornalista comprado, contando da minha conversa com o Obama, porra. É tarde, vou dormir…
Franklin Martins – E o que dizemos para a imprensa?
Lula – Inventa qualquer coisa, caceta, ou deixa cada um inventar o que quiser. O que importa, porra, é saberem que o Obama me ligou.
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Enviado pro Daniel Holanda, por e-mail.
Para quem não entendeu a frase, vale a pena ver esse vÃdeo aqui!
Para quem entendeu, segue abaixo o novo hit trash do momento, o Funk do Iphone! Não vale golfar em cima do teclado, beleza?







